terça-feira, fevereiro 23

A Agonia Fantasma

Epica

1° [Pensamententos]

Eu não posso ve-lo, eu não posso ouvi-lo, você ainda existe?
Eu não posso senti-lo, eu não posso toca-lo, você existe?
(A Agonia Fantasma)
Eu não posso prova-lo, eu não posso pensar em você,
Nós existimos de verdade?

2° [Entre a Esperança e o Desespero]

(O futuro não passa e o passado não vai subjulgar o presente
Tudo o que resta é uma ilusão obsoleta
Nós temos medo de todas as coisa que não poderiamos ter, uma fanstasma agonia)

Nós dormimos a noite ou compartilhamos a mesma velha fantasia?
Eu sou uma silhueta da pessoa que vaga nos meus sonhos
Nós tememos todas as coisas que não poderiam ser uma agonia fantasma

Lágrima de beleza sem precedentes
Revelam a verdade da existência
Nós somos todos sádicos

O envelhecido desenvolvimento da consciência
Nos afasta da essência da vida
Nós meditamos tanto por isso nossos instintosirão esvanecer-se, Irão esvanecer

Qual o sentido da vida e qual o significado se todos nós morremos no final?
Faz sentido aprender ou nós nos esquecemos de tudo?
Nós tememos todas as coisas que não poderiam ser uma agonia fantasma

Lágrimas de beleza sem precedentes
Revelam a verdade da existência
Nós somos todos pessimistas

O envelhecido desenvolvimento da consciência
Nos afasta da essência da vida
Nós meditamos tanto por isso nossos instintosirão esvanecer-se, Irão esvanecer

Me ensine como ver e libertar a descrença em mim
O que temos é o que vemos, a agonia fantasma.
Nosso espírito é devorado por ti e nossa alma, capturada.

3° [Nunca Mais]

A lucidez da minha mente foi revelada em novos sonhos
Sou capaz de viajar onde meu coração vai na busca de auto-realização
Esse é o jeito de fugir da nossa agitação
E nos aprimorarmos
Use a tua ilusão e entre nos meus sonhos

quinta-feira, fevereiro 11

Sem Titulo

No escuro
Ninguém sabe
O que esta
A sua volta

No escuro
Os medos
Tomam formas
E nos tocam

O caos se faz
Presente
Invade o íntimo
Destrói os sonhos

Então vivemos
Em um mar,
De lágrimas que
Corroem a sanidade

Mas quando se rompe
A redoma que nos
Mantém mergulhados
Em dor. Vemos

Vemos onde estamos
E nos libertamos do medo
E os males são amenizados
Mas

Aquilo que foi perdido
A sanidade corroída
E a lembrança do desespero
Nos sufocam até a morte.

terça-feira, janeiro 26

Cante

Há uma coisa que é igual foder exceto que você não fode
De volta ao dia que passou sem dizer uma palavra
Toda a história do mundo gradualmente morrendo de choque
Há uma coisa que está sendo dita, exceto pelo fato que você não fala

Você canta

Cante para o dono do bar cante para o porteiro cante
Cante para as câmeras cante para os animais cante
Cante para as crianças atirando em crianças cante
Cante para os professores que te disseram que não sabia cantar

Apenas cante

Há uma coisa que está mantendo os pulmões e lábios de todo mundo fechados
É chamada medo e está vendo uma grande renascença
Depois do show você não pode cantar quando quiser
Mas agora vamos todos fingir que seremos bombeados

Então cante

Cante pois é óbvio cante para os astronautas cante
Cante para o presidente cante para os terroristas cante
Cante para o time de futebol cante para o janjaweed cante
Cante para a criança com o microfone que se recusa a cantar

Apenas cante

A vida não é um cabaré
Nós não nos importamos com o que você diz
Nós o estamos convidando de qualquer forma
Seus filhos da puta vocês cantarão um dia...

quinta-feira, dezembro 31

Talvez...

Maybe
By Janis Joplin

Talvez…
Oh, se eu pudesse orar, e tentar, meu bem
Você voltaria para casa, para casa para mim.

Talvez
Whoa, se eu tivesse segurado a sua mão
Ooh, você entenderia.

Talvez, talvez, talvez, talvez... yeah
Talvez, talvez, talvez, talvez, talvez, meu bem,
Acho que eu tenha feito algo errado
Querido, eu ficaria satisfeita em admitir isso
Ooh, Venha para casa, para mim!
Querido, talvez, talvez, talvez, talvez... yeah

Bem, eu sei que nunca parecerá ter importância

Quando eu saio ou tento sair
Você não percebe que eu ainda estou abandonada aqui?
E que estou presa a essa necessidade de precisar de você…

Por favor, por favor, por favor,
Você não irá reconsiderar nada?
Agora, venha
Eu disse para você voltar
Você não irá voltar para mim?

Talvez, meu bem
Oh, talvez, talvez, talvez,
Deixe-me me ajudá-lo a me fazer entender
Talvez, querido, oh talvez, talvez, talvez,
Deixe-me ajuja-lo a entender.
Ooh!
Querido, talvez, talvez, talvez, talvez, talvez, talvez,
talvez, talvez, talvez, talvez, talvez, talvez,
talvez, talvez, talvez, talvez,
Ooh!

quarta-feira, dezembro 30

Deixa que eu chore...

Você não pode impedir
Que minhas lágrimas
Rolem pelo meu rosto
Você não sabe quão grande
É a dor em meu peito!

Um aperto em meu coração
Faz com que as palavras
Sufoquem-me em minha garganta
E fiquem presas corroendo-me
Por dentro como vermes

Sem ar não posso gritar
Sem ar as palavras não podem fluir
Como viver sem que algo saia?
Como viver guardando amarguras?
Como viver?

A dor, a falta, a angústia
Tudo aqui dentro de mim
Impedindo-me de pedir ajuda
E assim só me resta
As tristes lágrimas

Não impeça que essas saiam
Afinal este é o único caminho
Você não pode impedi-las de sair
Você não pode fazer nada, a não ser
Guardá-las em seu coração, para que sejam lembradas.

segunda-feira, dezembro 28

O Ponto Sem Retorno

Já não há retorno mais
Não há mais volta
No meu coração entraste para ficar
Acorrentaste-me em ti, já não há mais distinção
Já não sei até onde sou eu e tu
Oportunista és! Roubaste-me de mim
E neste momento já não sou mais meu

Já não há retorno mais
Não há mais volta
Assim que te vi me apaixonei
Não deixarei tu partir, não te tomarão de mim
Guardei-te dentro de meu coração, jamais te alcançarão
Em meus braços, seguro estás
Volta as suas costas para a luz.

Não sei mais o que, não sei mais quando
Tudo o que sei se resume a você
Virados para a noite, seguindo a escuridão
Só vejo os teus olhos brilhando estrelas
A tua mão me ampara, os teus braços me protegem
Já não posso mais viver sem te tocar
Sem te olhar ou te abraçar, como viverei?

Não, não viva mais só
Estou aqui, vivo estarás em mim
Jamais me deixe, ou morreremos os dois
Assim como a aveleira e a madre-silva
Somos um, eu em ti, tu em mim
Já não há retorno mais
Não há mais volta, fomos condenados pelo amor.

terça-feira, dezembro 15

Sobre Sentimentos - Culpa

O vento toca o meu rosto, o perfume das flores me invade a alma trazendo-me a velha lembrança. Eu, você. Naquela tarde de inverno nós dois sob o céu púrpura, cercado de pura da pura neve que caia lentamente sobre o bosque cobrindo tudo com seu manto gelado. Naquela tarde fria onde o sol preguiçosos já ia deitar-se, foi quando eu, envolto no perfume das flores, ouvi pela primeira vez aquelas doces palavras saindo de seus lábios carmesim: - Eu te amo.

- - -

Aquelas palavras ainda ecoam na minha mente, todas as noites sinto como se você estivesse ali, me olhando. E quando o sono me força a fechar os olhos, posso em um instante transportar-me de volta aquela tarde e tocar-te novamente. Mas isso dói, eu sei que o inverno sempre virá às flores sob o céu púrpura ainda saltarão seu perfume, mas de seus lábios jamais voltarão a sair aquelas palavras, seus olhos jamais voltarão a brilhar enquanto contempla as estrelas. Tudo isso porque você não esta mais aqui, seus pulsos gelados repousam sob os lírios no vale da morte. Ainda assim o maior desejo de meu coração é que você possa ouvir minha prece, ouvir o que não tive a coragem de dizer-te naquele dia e que você nunca pode ouvir saindo de minha boca aquelas mesmas palavras que um dia você fez com que me invadissem os ouvidos.